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CULTURA PERNABUCANA É A NOSA HISTÓRIA!

terça-feira, 18 de junho de 2013

MUSEU DO FORTE DO BRUM: LIÇÕES DE CIVISMO/CIDADANIA!

Acompanhados dos seus professores/Coordenadores, os Estudantes do GIBA, saíram do Forte do Brum com
mais um aprendizado nobre a nossa História-História Viva de Pernambuco
Ouvir, ler, assistir...É um processo educacional, mas a visita "in loco" é algo de tão concreto que nada pode
substituir a sensação do compartilhar  com os que alí estiveram, dentro daquelas paredes, os objetos , tudo se torna mais bem intensivo!
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Um pouco da História do Forte do Brum através de fotos:


 

 

 
 



 





 


 
 
 



 
 



 










 


*Um registro, também, através de dados escritos:(Vide Fonte)

Regina Coeli Vieira Machado
Servidora da Fundação Joaquim Nabuco

*pesquisaescolar@fundaj.gov.br 


O Forte do Bom Jesus, conhecido hoje como o Forte do Brum, foi construído pelos donatários da capitania de Pernambuco, no século XVI, para segurança e proteção da barra do porto e da povoação do Recife.

Nesta época, a Capitania de Pernambuco era alvo de cobiça e ataques de piratas ingleses e franceses, por ter sido uma das capitanias do domínio da coroa portuguesa que mais prosperou e que produzia e comercializava produtos nativos como o pau-brasil, algodão e açúcar.

O ataque mais temido ocorreu por volta de 1595, comandado por James Lancaster, que ocupou o Recife por 34 dias. Neste mesmo período os piratas franceses aliaram-se a ele, reforçando mais ainda a pilhagem para carregamento de madeira do pau-brasil, jóias, prataria e alfaias.

Em 1629, em decorrência de constantes ataques, Matias de Albuquerque, então governador da Capitania de Pernambuco pela segunda vez, deu inicio à construção de um novo forte, denominado de Forte Diogo Pais, financiado por Diogo Pais, homem nobre e rico da Capitania.

Porém, devido à Invasão Holandesa, ocorrida em 1630, o forte não pôde ser concluído e foi invadido pelos holandeses ainda nos alicerces. Junto com ele mais dois fortes foram tomados, o de São Jorge e o de São Francisco.

Dias depois da invasão o comandante da tropa invasora, Diederik van Waerdemburch, deu continuidade à construção de um novo forte utilizando-se dos alicerces do Forte Diogo Pais, que recebeu o nome de Forte de Bryne, em homenagem a Johan de Bryne, que na ocasião presidia o Conselho Político de Olinda.

Erguido em uma posição estratégica, que oferecia vantagens defensivas, o Forte do Brum, foi equipado com sete canhões de metais, sendo dois canhões de 24 libras, um de dezoito, um de dezesseis e um de dez libras, além de duas bombardas.

Com a expulsão dos holandeses, em 1654, o Forte retorna à administração da Capitania de Pernambuco e mais uma vez passa por reformas. No projeto de reconstrução, foi edificada uma capela sob a invocação de São João Batista do Brum, que determinou a sua nova denominação: Forte de São João Batista do Brum.

O Forte do Brum é um monumento que testemunhou inúmeros acontecimentos histno Brasil e no mundo.óricos, invas, revoluções, registrados em Pernambuco, 

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Nossos agradecimentos aos que Coordenam tão excelente  espaço de preservação da NOSSA HISTÓRIA!
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Edição Texto/Imagens:Prof.Graças Silva

sexta-feira, 14 de junho de 2013

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É  BOM SABER QUE O MUNDO NOS ACOMPANHA TODOS OS DIAS...
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Edição e Responsabilidade dos dados: 
Profª Graças Silva.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

E NA ESCOLA GILBERTO AMADO, O GRUPO PISOU NO CHÃO LITERALMENTE!!!

HISTORIA DESTE GRUPO QUE COLOCOU
 LITERALMENTE O "PÉ NO CHÃO" E TRABALHA 
COM A ARTE EM TODAS AS SUAS NUANCES
UM POUCO DA NOSSA MISTURA DE RAÇAS, 
CORES E SONS...


Com o surgimento do Grupo Pé no Chão e ao longo de seus 16 anos de existência, 
a idéia foi se concretizando na prática junto à vivência e convivência com o povo da rua.
Idéia essa, de uma prática educativa diferente, na qual educando e educador estivessem
 num mesmo plano de diálogo, de pares, e na qual a construção do conhecimento 
se desse coletivamente, onde ninguém fosse dono absoluto da verdade.
Idéia de abraçar o ser humano e centrar esforços na garantia dos seus direitos mais 
basais como algo imprescindível, independentemente de sua raça ou da sua classe social.
Idéia essa, onde a política e a religião ofuscam-se diante da grandeza do ser humano e
 não são donas dele e nem das suas idéias.
Idéia de que o povo e suas crianças sejam a solução dos problemas sociais e não a 
causa deles.
Fonte:
Por Grupo Pé no Chão
www.recifepenochao.blogspot.com

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OS QUE FAZEM  A ESCOLA EMBAIXADOR GILBERTO AMADO ,
AGRADECEM A ESTE GRUPO QUE MINISTROU
AS AULAS COM UM GRANDE SHOW DAS NOSSAS 
DIVERSIDADES CULTURAIS. PARABÉNS A TODOS!
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EDIÇÃO TEXTOS E IMAGENS: PROF. GRAÇAS SILVA 

*All Copyright "GIBA"